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Sistemas de degelo em Evaporadores

Postado em 10-10-2018

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Tipos de degelo

Quem não lembra da peça publicitária de uma marca famosa de pneus, em que ao final era apresentado um slogan no mínimo interessante? “potência não é nada sem controle”? Pois é, trazendo esse “jargão” do mundo do marketing para dentro do universo da refrigeração tal afirmação pode expressar perfeitamente a necessidade dos profissionais dessa área de antever ainda em tempo de projeto, qual a melhor alternativa de realizar por exemplo o processo de degelo em evaporadores comerciais e industriais cujas temperaturas de trabalho fiquem abaixo de 0°C.

Ou seja, nesse caso, rendimento não é nada sem eficiência e principalmente controle, em todos os aspectos!

Nosso intuito é mostrar neste material um resumo de quais são os principais tipos de degelo utilizados, suas vantagens, desvantagens e indicações!


Degelo natural (Dn): Também conhecido como degelo passivo, ou degelo a ar, é um dos mais simples e acessíveis de ser aplicado. Consiste basicamente na parada do compressor cessando assim o fornecimento de fluído refrigerante e quem promove o degelo é o próprio ar do ambiente, sem qualquer tipo de auxílio como por exemplo, aquecimento. Os ventiladores do evaporador nessa modalidade podem ou não estar ligados sendo a única implicação neste caso a velocidade em que o processo ocorrerá. Este tipo de sistema gera economia, uma vez que não há fonte de calor consumindo energia, por outro lado, o tempo envolvido nesse tipo de processo é maior do que se comparado aos outros métodos como veremos a seguir.

*Esse tipo de degelo só deve ser aplicado a ambientes que estejam a temperaturas iguais ou superior a 2°C.


Degelo elétrico (De): Também conhecido como degelo por resistência elétrica, é o mais comum e largamente utilizado em função da sua facilidade de instalação e manutenção, pois consiste basicamente na utilização de resistências elétricas introduzidas ou presas no entorno do bloco aletado. Ao serem acionadas liberam calor o que acelera o derretimento do gelo, sendo que nesse caso, normalmente o sistema de ventilação do evaporador se encontra desligado durante o tempo, para que não haja elevação na temperatura da câmara.
Seu principal ponto negativo é o alto consumo de energia envolvido no processo, porém como característica positiva temos a velocidade ampliada se comparado ao sistema natural (DN)

Importante salientar, que nem todo calor dissipado pelas resistências consegue ser aproveitado para o derretimento do gelo, ponto esse que deve ser observado, pois em média sua eficiência é relativamente baixa de acordo com a posição e área de contato com o bloco do Evaporador.

* Esse tipo de degelo só justifica ser aplicado em ambientes que estejam a uma temperatura inferior a 0°C;


Degelo a água: Pouco conhecido, atualmente tem sua aplicação pouco difundida não só pela sua relativa complexidade, mas principalmente pelo “desperdício” de água, e consiste basicamente numa “ducha” de água sobre o evaporador acelerando o processo de derretimento do gelo, podendo essa ser aquecida ou não.

Como ponto positivo podemos mencionar sua instalação e tempo de degelo muito superior aos processos anteriores, porém necessita de previsão antecipada no projeto do evaporador requerendo por exemplo, mais espaço e inserção de bandejas que serão responsáveis pela “ducha” de água aplicada sobre o aletado, bem como a instalação hidráulica.

Seu consumo energético é zero quando utilizado água da rede sem qualquer tipo de aquecimento, e relativamente baixo quando usado água aquecida.
Esse tipo de degelo só se justifica em ambientes que estejam a uma temperatura inferior a -10°C;

*Sua aplicação geralmente é restrita a refrigeração industrial de baixa temperatura, tais como túneis e câmaras de congelamento.

Degelo a gás quente (Dg): Também conhecido por degelo “hot gas”, é largamente utilizado e bastante conhecido, tendo relativa complexidade de instalação e custo pouco mais elevado, se comparado as demais modalidades exemplificadas anteriormente. Requer mão de obra especializada para seu correto dimensionamento e aplicação.

Consiste basicamente em desviar a linha de descarga para dentro do evaporador, utilizando o calor e a energia do fluído refrigerante para o derretimento do gelo que ocorre de dentro para fora.

Possui como característica positiva o tempo de degelo que é mais rápido do que os anteriores, além de apresentar baixo consumo elétrico. Importante salientar, que se o tempo de degelo for insuficiente para que haja um derretimento completo, os sucessivos processos subsequentes poderão ocasionar esmagamento da tubulação.

Da mesma forma que o degelo elétrico, nem todo calor emanado pelo fluído consegue ser aproveitado para o derretimento do gelo, mas, mesmo assim, este processo se coloca como um dos mais eficientes, sendo superior aos demais.

*Esse tipo de degelo só justifica ser aplicado em ambientes que estejam a uma temperatura inferior a 0°C;

A Agraz atua há mais de 17 anos na fabricação e apoio ao desenvolvimento de Trocadores de Calor aletados, sob medida para uma infinidade de aplicações dentro do segmento de AVAC-R




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